Live da Consciência - Assista de novo

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Na Semana da Consciência Negra a AFABB-SP promoveu live com Cidinha Antero e Benê Florêncio, que falaram sobre Racismo no BB.  A mediação foi de Adelmo Vianna, diretor da AFABB-SP. A live está disponível em nosso canal do YouTube. Assista de novo!

  

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LIVE DA CONSCIÊNCIA reuniu Cidinha Antero e Benê Florêncio, colegas do BB que falaram e interagiram com internautas sobre a presença do negro no Banco do Brasil, sob os seguintes aspectos:

  • Racismo estrutural e institucional no BB
  • O papel da mulher negra no BB

A mediação foi do nosso diretor de assuntos especiais, Adelmo Vianna. A íntegra da live está disponível em nosso canal do YouTube. Quem não viu, assista e quem já viu, pode ver de novo.

 

 

Conheça os convidados:

 

Cidinha Antero

Graduada em História e Pedagogia, mestre e doutoranda em educação pela Universidade de São Paulo. Assistente no Banco do Brasil, na Equipe de Trabalho Social, do Cenop Imobiliário, onde analisa projetos sociais que são desenvolvidos nos empreendimentos do Programa Minha Casa Minha Vida. Educadora corporativa. Já foi professora da Educação Básica, tutora em cursos EAD da Universidade Federal do ABC e da Universidade Virtual do Estado de São Paulo. Bolsista da Capes para realizar parte de sua pesquisa de doutorado na Itália. Desenvolve pesquisas nas áreas de políticas públicas e financiamento a educação

 

Benê Florêncio

Graduado em Ciências Contábeis, pós-graduado em Administração de Empresas e Educação à Distância e mestre em Educação. É colega aposentado no Banco do Brasil onde exerceu as funções de Gerente de Relacionamento e Consultor de Previdência Fechada na BB Previdência. Na Cooperforte foi membro do Conselho de Administração, Delegado Seccional por São Paulo/interior em dois mandatos e presidente do Conselho Fiscal.  No Instituto Cooperforte atuou como voluntário e disseminador da disciplina de Educação Financeira e foi membro de Núcleos Gestores de Projetos patrocinados pelo Instituto Cooperforte. É professor da Faculdade de Tecnologia – FATEC em Indaiatuba e Campinas e Coordenador do Curso de Gestão Empresarial da Fatec Indaiatuba SP. É autor do livro sobre cooperativismo de crédito intitulado “Cooperforte – 30 anos – A realização de um sonho”.

 

      LIVE DA CONSCIÊNCIA       

QUINTA-FEIRA  |  19/11  |  16:30 

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VÍDEO - NINGUÉM NASCE RACISTA. CONTINUE CRIANÇA.

“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar”  -  Nelson Mandela (1918-2013)

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Dia Nacional da Consciência Negra é celebrado, no Brasil em 20 de novembro e foi oficialmente instituído nacionalmente através de lei. A ocasião é dedicada à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira.  A data foi escolhida por coincidir com o dia atribuído à morte de Zumbi dos Palmares, em 1695, um dos maiores líderes negros do Brasil que lutou pela libertação do povo contra o sistema escravista.

O Dia da Consciência Negra é considerado importante no reconhecimento dos descendentes africanos e da construção da sociedade brasileira. A data, dentre outras coisas, suscita questões sobre racismo, discriminação, igualdade social, inclusão de negros na sociedade e a cultura afro-brasileira, assim como a promoção de fóruns, debates e outras atividades que valorizam a cultura africana.

 

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Zumbi dos Palmares por Antônio Parreiras.

No contexto histórico, as celebrações do 20 de novembro surgiram na segunda metade dos anos 1970, no âmbito das lutas dos movimentos sociais contra o racismo. Em um sábado de 1970, um grupo de negros no Rio Grande do Sul cunhou o dia 20 de novembro como o Dia da Consciência Negra.

O idealizador do Dia Nacional da Consciência Negra foi o poeta, professor e pesquisador gaúcho Oliveira Silveira. Silveira foi um dos fundadores do Grupo Palmares, associação que reunia militantes e pesquisadores da cultura negra brasileira, em Porto Alegre. Em 1971, ano da fundação do Grupo, ele propôs uma data que comemorasse o valor da comunidade negra e sua fundamental contribuição ao país.

Por horas, homens e mulheres falaram sobre a história de Zumbi e de outro rei de Palmares, Ganga Zumba, sobre como os negros foram trazidos da África para o Brasil e o que foi a escravidão no Brasil. Ainda recitaram poemas de Castro Alves e Solano Trindade.

Pesquisas sobre o quilombo dos Palmares levaram o grupo à nova data: o 20 de novembro, a morte de Zumbi. Oliveira Silveira, que se tornaria um dos intelectuais negros mais importantes do país, levou a ideia ao grupo, que aprovou. Assim, escolheu-se o dia 20 de novembro, data da morte de Zumbi dos Palmares.

O líder do Quilombo dos Palmares, Zumbi, símbolo da resistência negra no Brasil, morto em uma emboscada pelas tropas coloniais brasileiras, no ano de 1695, após sucessivos ataques ao Quilombo de Palmares.

Zumbi teve sua cabeça exibida em praça pública. A representação do dia ganhou força a partir de 1978, quando surgiu o Movimento Negro Unificado (MNU) no país, que transformou a data em nacional. Desde 1997, Zumbi faz parte do Livro dos Heróis da Pátria, no Panteão da Pátria e da Liberdade.


 Fonte: Wikipedia

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