Vigaristas dão golpe em associada da AFABB-SP

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 Bandidos se passam por funcionários do Banco do Brasil para roubar cartão de crédito. Associada detalha como ladrões agiram e orienta a todos que fiquem alerta. Veja a Cartilha de Prevenção   – por Jair Rosa

 

CARTILHA img1

 

 “Boa tarde, aqui é o Tiago, de sua agência do Banco do Brasil. Suspeitamos que seu cartão foi clonado, pois identificamos compras seguidas de vários valores na cidade de São Bernardo. A senhora efetuou essas compras”?  Foi com essa abordagem extremamente convincente que golpistas iniciaram conversa telefônica com uma de nossas associadas (que preservamos a identidade) na tarde de 26 de agosto.

Em resposta, ela disse não ter feito compras e nem ido a São Bernardo. Imediatamente, o vigarista disse que passaria a ligação para o gerente da agência, Marcos, para falar com ela. “Meu gerente realmente se chama Marcos. Quando falei com essa outra pessoa (desconfio agora que era o mesmo homem), informou-me que agora tinham certeza da clonagem do cartão e que devolveria a ligação ao Tiago para receber orientações de como proceder”.

Ela explica que o suposto Tiago orientou que fizesse carta de próprio punho e cortasse o cartão ao meio, "mas sem danificar o chip", e que enviaria um motoboy para os retirar e levar para a agência. “Tiago disse para que eu permanecesse na ligação com uma mulher de nome Paula, enquanto rastreava o deslocamento do motoboy. A moça me segurou na ligação até que o motoboy chegou. Entreguei a carta e o cartão cortado ao meio, mas com o chip intacto, como tinham orientado”.

Um tempo depois, a associada resolveu acessar o aplicativo do banco para ver se estava tudo resolvido. “Naquela mesma hora haviam feito compras e saques na minha conta. Liguei para o Marcos e perguntei se ele tinha falado comigo naquele dia sobre clonagem de meu cartão. Ele disse não, que eu tinha caído em um golpe e iria cancelar o cartão imediatamente”.

A associada relatou o ocorrido à filha que ligou para uma amiga, gerente de uma outra agência do BB. “Já nem sabia se tinha falado com o Marcos verdadeiro. Bom, a colega de minha filha verificou meus dados e disse que o cartão tinha sido cancelado. Informou ainda que outro aposentado tinha caído no mesmo golpe. Só que ele não tinha aplicativo do banco e demorou uns três dias para ir na agência. Roubaram R$ 30 mil da conta dele”, revela.

Segundo nossa filiada, a gerente amiga de sua filha informou que o banco não faz ligação ao telefone fixo do cliente, apenas ao celular. “Ela disse que se ligarem ao fixo, dizendo ser do banco, desligue que é golpe”, informa, acrescentando. “São muito convincentes, sabem seu nome completo, onde temos conta e até o nome do gerente de nossa conta. Fazem de uma forma que a pessoa realmente acredita estar falando com um funcionário do banco. E o pior é que não há ressarcimento para esses casos, apenas quando o golpe ocorre no interior da agência”.

Os vigaristas tiveram acesso à conta por meio do chip do cartão que permaneceu intacto.

Ela fez Boletim de Ocorrência denunciando o golpe.

Fique atento – Nesses tempos de pandemia, surgem diversos relatos de golpes como foi o caso de nossa associada. Existem muitos outros que englobam clonagem de Whatsapp, sites falso de compras, etc.

Para auxiliar o corpo social, publicamos cartilha detalhando várias modalidades de golpes. A Cartilha foi elaborada pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul e é uma das mais completas.

Leia com  atenção e saiba como agir em cada um dos casos.

 

CARTILHA AJUDA NA PREVENÇÃO:

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CARTILHA MIOLO 2

CARTILHA MIOLO 3

CARTILHA MIOLO 4

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CARTILHA MIOLO 6

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 Fonte:   Polícia Civil do Rio Grande do Sul

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