CASSI apresenta ações imediatas para melhorar fluxo de caixa

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Ações foram apresentadas a entidades representativas de associados durante encontro em Brasília

SELO 30 ANOS

A CASSI apresentou às entidades representativas dos associados uma série de ações aprovadas pelo Conselho Deliberativo e que serão adotadas para atender de forma imediata as necessidades de caixa no curto prazo e, assim, garantir a continuidade dos serviços e o pagamento aos fornecedores. O encontro, na sede da Caixa de Assistência, em Brasília, na quarta-feira, 26, reuniu representantes da Anabb, da Contec, da Contraf, da FAABB e da AAFBB.

 

Dentre essas ações, o aumento da coparticipação (de 40% para 50% sobre consultas e de 20% para 30% em exames e terapias não associadas a internações) e a cobrança integral dessa coparticipação, respeitando o limite de 1/24 da renda bruta mensal, ficaram condicionadas a uma contrapartida do patrocinador com as seguintes ações: adiantamento de R$ 69 milhões pelos serviços do PCMSO de 2020; prorrogação do desconto do valor adiantado pelo BB em 2018, com pagamento, em novembro deste ano, de R$ 80 milhões da contribuição patronal sobre o 13º salário dos funcionários da ativa; e suspensão, até dezembro de 2019, do ressarcimento dos salários dos funcionários do BB cedidos à CASSI, o que soma aproximadamente R$ 7 milhões.

 

Em relação à mudança na coparticipação, assim como na decisão anterior, que estipulou novos percentuais a partir de janeiro de 2019, há o posicionamento da Diretoria da CASSI em voltar aos percentuais de 2018 tão logo a situação financeira da Instituição seja resolvida.

 

O Conselho Deliberativo determinou ainda que ao formalizar o pedido, a Cassi apresente ao patrocinador um plano demonstrando que terá condições de honrar com o pagamento futuro dos recursos que serão solicitados de forma antecipada, documento que está sendo elaborado pela Caixa de Assistência.

 

Além destas medidas imediatas, há outras de curto, médio e longo prazo a serem implementadas. Elas englobam, melhoria no gerenciamento de pacientes crônicos – especificamente no cuidado dos 3% da população que consome 22% dos recursos com assistência – e de pacientes oncológicos, implantação de serviços de teletriagem, revisão das redes de urgência e emergência em pronto socorro e atendimento ambulatorial em hospitais – cujo custo é mais elevado, e outras ações de gestão e negociação com prestadores para melhorar o fluxo de caixa. Haverá, ainda, novas ações para cobrança da contribuição devida pelos aposentados pelo INSS que não comunicaram esta condição à CASSI.

 

Durante a reunião, foi ressaltado que este esforço tem o objetivo de assegurar, no curto prazo, atendimento efetivo às necessidades de saúde dos participantes, como prevê a missão da Caixa de Assistência, gerando fluxo de caixa para pagar os prestadores. No entanto, não soluciona o desequilíbrio financeiro da Instituição, situação que continuará exigindo que outras medidas sejam implementadas para ajustar as despesas às receitas da CASSI.

 

FONTE: CASSI 

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