Entidades NÃO aprovam proposta apresentada pelo BB

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As negociações continuam e uma nova rodada está marcada para o dia 8 de março. Continue acompanhando aqui em nosso site

  Entidades NÃO aprovam proposta apresentada pelo BB

 

 QUARTA  RODADA - 27/FEVEREIRO/2019

Nesta quarta-feira, 27 de fevereiro, aconteceu mais uma rodada da Mesa de Negociações da Cassi entre o Banco do Brasil e as Entidades de Representação dos Funcionários da Ativa e Aposentados. No encontro, as entidades que compõem a Mesa (AAFBB, ANABB, CONTEC, CONTRAF e FAABB) consideraram que a proposta apresentada pelo BB é insuficiente para um encaminhamento ao corpo social, uma vez que é inferior àquela não aprovada pelos associados em outubro de 2018.

As entidades informaram ao BB que a proposta apresentada servirá para debates com os associados, mas que não há como deliberar da maneira como está construída, tendo em vista que, na propositura, a parte financeira pesa mais para o corpo social. Além disso, ainda há complicadores em relação à governança e estrutura, como por exemplo, a troca das diretorias.

O diretor de Gestão de Pessoas do BB, José Avelar Matias Lopes, esteve presente na abertura da Mesa de Negociações e ressaltou a necessidade de se chegar a um acordo negociado.

 

DÉFICIT DA CASSI

O presidente da Cassi, Luiz Aniceto Silva, indicou uma prévia dos números do balanço da Caixa de Assistência, que deve fechar 2018 com cerca de R$ 370 milhões em déficit. Segundo ele, os números oficiais serão divulgados, após apreciação do Conselho Fiscal e aprovados nos órgãos de governança da Cassi. Luiz Aniceto citou as reuniões da Caixa de Assistência com a ANS, que vem cobrando a apresentação de um plano de recuperação financeira consistente e de longo prazo.

O Banco do Brasil apresentou dados financeiros e projeções de cálculos de sua proposta. Os números foram solicitados pelas entidades com o objetivo de subsidiar os debates e dar prosseguimento às negociações, considerando o déficit atual da Cassi e as projeções de receita que podem equilibrar as contas da Caixa de Assistência.

Outro ponto citado pelo BB foi a reabertura do Plano de Associados aos novos funcionários que ingressarem na instituição. Segundo os representantes do Banco, após a aprovação de um novo estatuto para a Cassi, caso o documento atenda às exigências dos órgãos reguladores, será possível a entrada dos novos funcionários que tomaram posse recentemente e não fazem parte do Plano de Associados da Cassi.

 

DEBATES COM OS ASSOCIADOS

As entidades salientaram que intensificarão os debates com os associados para atualização das informações e novas análises com vistas à melhoria da proposta.

Uma nova rodada de negociações entre o Banco do Brasil e as entidades está marcada para a sexta-feira, 08/03, logo após o feriado de carnaval.

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Fonte: ANABBwww.anabb.com.br

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 RODADAS ANTERIORES

 

 TERCEIRA  RODADA - 19/fevereiro/2019

Aconteceu na terça-feira, 19 de fevereiro, a terceira rodada da Mesa de Negociações da Cassi entre o Banco do Brasil e as Entidades de Representação dos Funcionários da Ativa e Aposentados.

Os integrantes da Mesa de Negociações cobraram do Banco o detalhamento da proposta apresentada pelo patrocinador para que seja divulgada entre os associados e facilite o processo de negociação.

GOVERNANÇA

A proposta do BB prevê alteração na estrutura organizacional e mudanças no modelo de governança da Cassi, reeditando ajustes rejeitados pelos associados, como por exemplo alterações das diretorias.

Em novembro/2018, as Entidades, a convite da Cassi, constituíram um Grupo de Trabalho e apresentaram contraproposta ao BB. Essa proposta mantém as áreas de saúde do trabalhador e programas de saúde com os representantes eleitos e cria a nova gerência de tecnologia com vinculação direta à presidência da Cassi. As Entidades entendem que esse formato de estrutura contempla os interesses dos associados e do Banco.

Na reunião, as Entidades apresentaram alguns pontos relativos à estrutura de governança e pediram o posicionamento do BB a respeito. Temas como estabelecimento de experiência mínima, formação e modelo de decisão continuam em debate.

CUSTEIO

A proposta apresentada pelo Banco do Brasil para custeio do Plano de Associados tem o mesmo formato da proposta anterior, com aumento de contribuições e cobrança por dependente, que considera a variável VRD - Valor de Referência por Dependente. O modelo, além de prever contribuição parcial do BB somente para os funcionários da ativa, apresenta condições de partidas diferentes, menos favoráveis aos aposentados. A proposta prevê, ainda, contribuição mínima e teto máximo de contribuição de 7,5% do salário.

DADOS DETALHADOS E CONTRAPROPOSTAS

As Entidades solicitaram ao Banco um maior detalhamento da proposta, explicitando em números globais e detalhados, quanto representa cada parcela das contribuições dos participantes e do patrocinador. O objetivo é fazer avaliações comparativas com as anteriores e simulações numéricas na construção de propostas alternativas.

Como a proposta do BB prevê a paridade de contribuições, em vista do que prevê a Resolução CGPAR nº 23, as Entidades defendem que essa paridade não seja estabelecida, uma vez que a aplicação das regras da CGPAR está suspensa por força de liminar obtida pela ANABB e AAFBB, e que seja mantida a proporção 60/40, entre os valores de contribuição do Banco e dos associados.

Os representantes dos associados cobraram para que sejam estabelecidos, de forma clara, os critérios para inclusão dos novos funcionários no Plano de Associados, tendo em vista que, recentemente, novos funcionários tomaram posse e não foram incluídos no plano.

Foi pleiteado também que os funcionários de bancos incorporados ingressem no Plano de Associados como forma de gerar mais receita para a Cassi, contemplando, dessa forma, uma reivindicação histórica do funcionalismo.

O Banco fez o compromisso de avaliar o pedido sobre os incorporados, entretanto, a demanda carece de estudos sobre a viabilidade da proposta.

Foi cobrado que a taxa de administração a ser paga pelo Banco, conforme proposta, seja também aplicada sobre a contribuição dos aposentados e que haja compensação e proporcionalidade de contribuição do Banco em todas as modalidades de recursos financeiros, incluindo a coparticipação.

Todas as Entidades da Mesa de Negociação participaram da elaboração daquela proposta de custeio que foi entregue ao Banco e à Cassi. A partir da entrega dos números globais, as análises serão feitas com base nas propostas e projeções apresentadas.

ANS

O presidente da Cassi fez relatos sobre as reuniões com a Agência Nacional de Saúde (ANS) e explicou sobre a iminência de uma intervenção por parte daquele órgão regulador. Também disse que a continuidade e o avanço das negociações podem indicar que Banco e os associados estão trabalhando numa solução para garantir a sustentabilidade do plano.

DIVULGAÇÃO E CONTINUIDADE DAS NEGOCIAÇÕES

O Banco apresentará o detalhamento da proposta ainda nesta semana para que haja divulgação dos números aos associados.

Foi feito compromisso de trabalhar as negociações no ritmo de plantão mais intensivo, assim como nas negociações das campanhas salariais, uma vez que cada dia que passa a situação financeira se agrava mais.

Uma nova rodada da Mesa de Negociação foi marcada para o dia 25/02, com rodadas subsequentes a cada dia, com o objetivo de se chegar numa proposta para levar ao corpo social.

Fonte: FAABB - http://faabb.com.br/

 

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PRIMEIRA RODADA - 31/janeiro/2019

Aconteceu nesta quinta-feira, 31 de janeiro, a primeira rodada da Mesa de Negociação da Cassi entre Banco do Brasil e Entidades de Representação dos Funcionários da Ativa e Aposentados.

Em nome das Entidades da Mesa de Negociação, participaram representantes da CONTRAF-CUT, CONTEC, ANABB, AAFBB e FAABB. A reunião contou ainda com todos os diretores da Cassi, eleitos e indicados.

O presidente da Cassi fez um relato das reuniões entre Cassi, Banco e Agência Nacional de Saúde - ANS, informando ainda que nova reunião com aquela entidade está agendada para a próxima semana.

Nesta primeira reunião os representantes dos funcionários defenderam como ponto de partida da negociação a proposta construída por entre as entidades e o corpo técnico da Cassi.

Foram também apresentados pontos de conflito observados no processo de consulta ao Corpo Social da Cassi, como a cobrança por dependentes, mudança na governança e a quebra da proporcionalidade contributiva entre banco e associados.

Foi ressaltado que não podemos desconsiderar a liminar que suspende a aplicação das Resoluções CGPAR para funcionários do Banco do Brasil e que precisamos construir uma proposta que tenha o mínimo de consenso para se levar à decisão do Corpo Social.

O Banco apresentou a divisão da negociação em 3 grandes blocos: governança, custeio e outros temas do Estatuto da Cassi.

As entidades cobraram do banco a apresentação de uma proposta de custeio para que seja debatida nas entidades e com os associados.

O BB apresentou uma proposta de modificação no modelo de governança e apresentará uma proposta com itens de custeio na próxima reunião.

Entidades fizeram questionamentos acerca dos itens apresentados pelo banco e farão os debates internos e com os seus representados.

 

Fonte: FAABB - http://faabb.com.br/

  

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