Setembro Amarelo – Seu apoio salva vidas

Saúde
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Dia 10 de setembro, é o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, mas a campanha acontece durante todo o ano. A AFABB-SP e a Cassi apoiam essa iniciativa

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A campanha Setembro Amarelo salva vidas! 

Só no Brasil são registrados cerca de 12 mil suicídios todos os anos. No mundo, são mais de 1 milhão. Trata-se de uma triste realidade, que registra cada vez mais casos, principalmente entre os jovens. Cerca de 96,8% dos casos de suicídio estavam relacionados a transtornos mentais. Em primeiro lugar está a depressão, seguida do transtorno bipolar e abuso de substâncias.​

Com o objetivo de prevenir e reduzir estes números a campanha Setembro Amarelo® cresceu e hoje conquistamos o Brasil inteiro. Para isso, o apoio das nossas federadas, núcleos, associados e de toda a sociedade é fundamental.

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 A Cassi na campanha 

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Setembro Amarelo é o mês de conscientização sobre a prevenção do suicídio. Dar apoio às pessoas em sofrimento pode salvar vidas. Se precisar de ajuda, fale com a gente. Os profissionais da CliniCASSI estão prontos para orientar você.

 

Epidemia mundial

A cada 40 segundos, uma pessoa se suicida no mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 79% dos casos se concentram em países de baixa e média renda.

O suicídio pode ser entendido como o resultado de uma série de fatores que se acumulam na história do indivíduo. Portanto, é o desfecho de um processo e não deve ser entendido como uma atitude causal e simplista em resposta a determinados acontecimentos pontuais da vida.

O tabu que ainda envolve o tema e que dificulta falar abertamente sobre esse importante problema de saúde pública, interfere negativamente na busca de ajuda pela pessoa vulnerável. Por isso, conversar sobre o assunto não causa suicídio.

 

Depressão X suicídio

Especialistas afirmam que a depressão é o principal fator de risco para o suicídio. Sentimentos como tristeza profunda e pessimismo podem culminar em comportamentos suicidas.

Dados científicos demonstram que 35,8% das pessoas que cometeram suicídio tinham transtornos de humor, classificados como depressão.

Embora a ideia sobre o problema esteja presente em 60% das pessoas com depressão, 15% delas de fato atentam contra a própria vida. Ou seja, nem toda pessoa diagnosticada como depressiva cometerá suicídio, mas os sintomas da doença são um sinal de alerta. 

 

Sinais de alerta

Reconhecer fatores de risco precocemente é importante para prevenir o suicídio e encaminhar a pessoa vulnerável ao tratamento correto. Veja alguns indícios potenciais do problema:

* Irritabilidade, ansiedade, angústia, desânimo, cansaço fácil e diminuição ou incapacidade de sentir alegria;
* Tentativa prévia de suicídio;
* Transtornos mentais;
* Desesperança, desespero, desamparo e impulsividade;
* Idade;
* Gênero;
* Doenças clínicas não psiquiátricas;
* Eventos adversos na infância e na adolescência;
* História familiar e genética;
* Fatores sociais.

 

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Rede de apoio

 CVV

O Brasil conta com o Centro de Valorização da Vida (CVV), entidade que oferece atendimento voluntário e gratuito 24 horas por dia a quem está com pensamentos suicidas ou enfrenta outros problemas.

Quem precisa de ajuda pode ligar para o 188 a qualquer hora do dia ou noite. 

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 CLIQUE E CONHEÇA MAIS O CVV

 


Confira algumas iniciativas que podem ajudar a salvar vidas:

  • Esteja atento aos sinais e comportamentos das pessoas próximas;
  • Avalie a gravidade da situação de forma cautelosa e sem julgamentos;
  • Tente amenizar o sofrimento dando suporte e apoio para assegurar os próximos passos;
  • Conscientize a pessoa sobre a importância do acompanhamento profissional;
  • Mostre compreensão, acolhimento e estar à disposição para ajudar a pessoa vulnerável;
  • Evite que a pessoal em sofrimento fique sozinha;
    O apoio da família, amigos, comunidade, profissionais de saúde são sempre bem-vindos.

 


Média de suicídio entre idosos aumentou nos últimos anos

CASSI - Publicado em: 29/09/2017

Em alusão ao mês Setembro Amarelo, o Ministério da Saúde divulgou, no dia 21 de setembro, o boletim com o número de tentativas e óbitos por suicídios no Brasil.

O documento traz dados preocupantes em relação à população idosa. Os casos que envolvem pessoas acima de 70 anos estão bem acima da média nacional. Foram registradas 8,9 mortes por 100 mil habitantes nos últimos seis anos, enquanto a taxa nacional ficou estabelecida em 5,5 por 100 mil.

De 2011 a 2016 aconteceram 62.804 mortes por suicídio no Brasil, sendo a maioria cometida por homens.
A maior parte das ocorrências, cerca de 60%, envolvem homens solteiros, viúvos e divorciados. “O relacionamento é fator determinante para muitos”, avalia a psicóloga da CASSI São Paulo Priscilla Argondizo Sant’ Ana.

Para a profissional, o desejo de morte pode variar, mas sofre sempre a influência de pressões e estressores ambientais, o que acentua a importância da atenção para a existência de possíveis fatores de risco cognitivos para a primeira tentativa ou para uma recorrência.

É fundamental contar com suporte profissional especializado assim que se identifica a intenção. Para os idosos, além disso, é preciso buscar um bom relacionamento e vínculo familiar como fator de proteção.
“Os profissionais de saúde das CliniCASSI estão habilitados para oferecer orientação adequada e encaminhamento preciso, sobretudo com o auxílio dos programas de saúde que visam a qualidade de vida”, pondera Priscilla.

 

Plena Idade

Para acompanhar de perto a população idosa assistida, a CASSI criou o Programa Plena Idade, que tem o objetivo de promover a qualidade de vida, preservando a capacidade funcional do indivíduo. Além disto, valoriza a autonomia e a manutenção da capacidade física e mental.

Os idosos são assistidos nas CliniCASSI pela Estratégia Saúde da Família (ESF) e automaticamente cadastrados no programa. O acompanhamento abrange avaliação nutricional, física e psicológica.

“Na ESF, desenvolvemos um acolhimento, escuta do participante e da família para entender as necessidades individuais”, explica o psicólogo da CliniCASSI Belo Horizonte Rogério Pereira.

Rogério esclarece que a equipe de atenção primária da Caixa de Assistência tem papel relevante para o combate ao suicídio, tendo em vista que, os profissionais buscam estreitar laços com a família e a comunidade.


 

 

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Saiba mais como prevenir:

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Fontes:

CASSI

SETEMBRO AMARELO

CVV – Centro de Valorização da Vida

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