Comemorando o Dia dos Professores, o escritor moçambicano Mia Couto, fala com internautas

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O evento, organizado pela Companhia das Letras, será no dia 15 de outubro, quinta-feira, às 17 horas, com a participação de internautas. Assista pelo YouTube

 

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Dia dos Professores com Mia Couto

Em comemoração ao Dia dos Professores, haverá uma conversa especial com o escritor Mia Couto. O autor moçambicano falará sobre suas obras e o contexto atual, a partir de perguntas e comentários enviados previamente por vocês nos comentários dos nossos posts do evento no Instagram e no Facebook.

Durante o evento, também será possível enviar perguntas no chat do Youtube.

Não é necessária a inscrição prévia.

Participe e convide seus colegas!


 

MIA COUTO

QUINTA-FEIRA | 15 OUTUBRO | 17 HORAS | YOUTUBE

 

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CLIQUE PARA ASSISTIR - COMPANHIA DAS LETRAS/YOUTUBE

 


Conheça Mia Couto - Mia Couto, pseudônimo de António Emílio Leite Couto (Beira, 5 de julho de 1955), é um escritor e biólogo moçambicano. Dentre os muitos prêmios literários com os quais foi galardoado está o Prêmio Neustadt, tido como o "Nobel Americano" — Couto e João Cabral de Melo Neto foram os únicos escritores de língua portuguesa que receberam tal honraria.

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Biografia - Mia Couto nasceu e foi escolarizado na Beira, cidade capital da província de Sofala, em Moçambique. Adotou o seu pseudónimo porque tinha uma paixão por gatos.  Com 14 anos de idade, teve alguns poemas publicados no jornal "Notícias da Beira" e três anos depois, em 1971, mudou-se para a cidade capital de Moçambique, Lourenço Marques (agora Maputo).

Iniciou os estudos universitários em medicina, mas abandonou esta área no princípio do terceiro ano, passando a exercer a profissão de jornalista depois do 25 de Abril de 1974. Trabalhou na Tribuna até à destruição das suas instalações em setembro de 1975, por colonos que se opunham à independência. Foi nomeado diretor da Agência de Informação de Moçambique (AIM) e formou ligações de correspondentes entre as províncias moçambicanas durante o tempo da guerra de libertação. A seguir trabalhou como diretor da revista Tempo até 1981 e continuou a carreira no jornal Notícias até 1985.

Em 1983, publicou o seu primeiro livro de poesia, Raiz de Orvalho, que, segundo algumas interpretações, inclui poemas contra a propaganda marxista militante. Dois anos depois, demitiu-se da posição de diretor para continuar os estudos universitários na área de biologia. Além de considerado um dos escritores mais importantes de Moçambique, é o escritor moçambicano mais traduzido. Em muitas das suas obras, Mia Couto tenta recriar a língua portuguesa com uma influência moçambicana, utilizando o léxico de várias regiões do país e produzindo um novo modelo de narrativa africana. 

Seu primeiro romance, Terra Sonâmbulapublicado em 1992, ganhou o Prémio Nacional de Ficção da Associação dos Escritores Moçambicanos em 1995 e foi considerado um dos dez melhores livros africanos do século XX por um júri criado pela Feira do Livro do Zimbabué. A 25 de Novembro de 1998 foi feito Comendador da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada. Em 2007, foi entrevistado pela revista Isto É. Foi fundador de uma empresa de estudos ambientais da qual é colaborador.

Em 2013 foi homenageado com o Prêmio Camões, que lhe foi entregue a 10 de Junho no Palácio de Queluz pelas mãos dos então presidentes de Portugal, Cavaco Silva, e do Brasil, Dilma Rousseff.


Fontes:

Companhia das Letras/Facebook

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